Gerente de posto é preso por fraude em volume de combustível vendido no interior de SP

Gerente de posto é preso por alterar volume de combustível vendido no interior de SP Um gerente de 27 anos foi preso pela venda de volume alterado de combust...

Gerente de posto é preso por fraude em volume de combustível vendido no interior de SP
Gerente de posto é preso por fraude em volume de combustível vendido no interior de SP (Foto: Reprodução)

Gerente de posto é preso por alterar volume de combustível vendido no interior de SP Um gerente de 27 anos foi preso pela venda de volume alterado de combustíveis, na terça-feira (9), em um posto na Rodovia Deputado Januário Mantelli Neto (SP-215), na área rural de Águas da Prata (SP). Apesar da interdição parcial das bombas, o estabelecimento segue em funcionamento. Policiais da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de São João da Boa Vista, em conjunto com fiscais do Instituto de Pesos e Medidas de São Paulo (Ipem), foram até o estabelecimento após diversas denúncias sobre o combustível vendido no local. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Ao chegarem no estabelecimento comercial, os policiais perguntaram para os frentistas sobre o gerente e foram informados que ele estava no escritório. Durante abordagem, nada de ilícito encontraram com o indiciado, mas o celular dele foi apreendido. Em seguida, os fiscais do Ipem examinaram a quantidade de combustível que saía das bombas, sendo apurado que nos bicos da terceira ilha houve diferenças nos volumes entregues aos consumidores: 1.560 ml a cada 20 litros de etanol entregue; 1.540 ml a cada 20 litros de gasolina comum entregue; 1.527 ml a cada 20 litros de gasolina entregue. Gerente de posto é preso por alterar volume de combustível vendido em Águas da Prata, SP Polícia Civil Na primeira ilha houve uma diferença de 1.447 ml a cada 20 litros de gasolina entregue. Já na segunda ilha, foi um prejuízo de 1.428 ml a cada 20 litros de gasolina comum entregue. Na quarta ilha também foram identificadas diferenças nos volumes vendidos: 260 ml a cada 20 litros de diesel comum entregue; 830 ml a cada 20 litros de diesel S-10 entregue; 640 ml a cada 20 litros de diesel S-10 entregue; 670 ml a cada 20 litros de diesel comum entregue; 250 ml a cada 20 litros de diesel S-10 entregue; 700 ml a cada 20 litros de diesel entregue. De acordo com a Polícia Civil, o gerente do posto de combustível, que estava do outro lado da rodovia, dirigiu-se até o estabelecimento onde a fiscalização do Ipem estava sendo realizada. Durante a realização de novos testes, os fiscais do Ipem estranharam que as bombas passaram a dar volume positivo em favorecimento ao consumidor. A situação levantou suspeita da existência de dispositivos eletrônicos internos nas bombas. Mais notícias da região: ACIDENTE: Homem morre após ter a cabeça presa em máquina durante o trabalho no interior de SP NAPELOSO: Ex-vereador procurado por lavagem de dinheiro é preso com R$ 22,5 mil no interior de SP SOLIDARIEDADE: Após receber ajuda, voluntária coordena cozinha popular no interior de SP: 'Gratificante' A perícia foi acionada para o local, tendo sido coletado frascos para analisar a qualidade dos combustíveis. Na ocasião, os fiscais do Ipem lavraram autos de apreensão de componentes eletrônicos. Cinco ilhas, somando 26 bicos, foram interditados. O gerente foi conduzido até o pronto-socorro e, na sequência, para a delegacia, onde foi autuado em flagrante. O homem foi levado à cadeia de São João da Boa Vista, onde permanece à disposição da Justiça aguardando a audiência de custódia. Diante dos elementos colhidos, ficou comprovada a prática de crime contra as relações de consumo, consistente em fraudar preços por alteração de volume de combustível, em prejuízo do consumidor. O delegado representou ao Poder Judiciário para imposição de medida cautelar de suspensão da atividade do posto de gasolina autuado até a comprovação de regularização dos combustíveis junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e ao Ipem. Em nota, o Ipem informou que durante a fiscalização foram constatados erros de medição superiores ao máximo admitido pela legislação metrológica vigente, totalizando menos de 1.560 ml a cada 20 litros abastecidos, em prejuízo ao consumidor. "Além disso, componentes eletrônicos instalados nos equipamentos foram apreendidos para emissão de laudo técnico, que irá subsidiar a conclusão da análise pericial. Em razão das irregularidades encontradas, cinco das seis ilhas de abastecimento do estabelecimento foram interditadas", disse. O g1 não localizou contato do estabelecimento comercial e da defesa do gerente preso até a publicação desta reportagem. Gerente de posto foi preso por alterar volume de combustível vendido em Águas da Prata, SP Polícia Civil Caso parecido em São João No final de maio, um gerente de 48 anos foi preso por venda de biodiesel e etanol adulterados em um posto de combustíveis, no bairro Vila Oriental, em São João da Boa Vista (SP). A Dise iniciou as investigações contra o estabelecimento por causa de denúncias de veículos que apresentaram falhas mecânicas após o abastecimento no comércio. A equipe da Dise recebeu um laudo técnico emitido pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que constatou que o biodiesel comercializado pelo posto estava fora das especificações estabelecidas pela ANP. Os policiais civis foram até o estabelecimento e conversaram com o gerente, que foi indiciado pelo crime, e solicitaram as notas fiscais do combustível adquirido. Os agentes apuraram que o tanque de armazenamento de diesel tem capacidade de 15 mil litros. Gerente foi preso pela venda de combustíveis adulterados em posto em São João da Boa Vista, SP Polícia Civil Diante dos elementos colhidos, ficou comprovada a prática de crime contra as relações de consumo, consistente na exposição à venda de produto em desacordo com as normas regulamentares, colocando em risco a saúde e segurança dos consumidores. De acordo com a polícia, o gerente foi levado ao pronto-socorro do município e, posteriormente, à delegacia, onde foi autuado em flagrante pelo crime. O homem foi conduzido à cadeia de São João da Boa Vista, permanecendo à disposição da Justiça. O delegado responsável pelo caso representou à Justiça a imposição de medida cautelar de suspensão de atividade do posto autuado até a comprovação de regularização. Em audiência de custódia, no dia seguinte, o gerente foi solto. REVEJA OS VÍDEOS DA EPTV: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

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